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sábado, 27 de abril de 2013

Rir é o melhor remédio

Um homem estava sendo julgado por assassinato. Apesar das fortes evidências de que o caboclo tinha culpa no cartório, uma coisa ainda não tinha sido esclarecida: não foi encontrado o cadáver.

Sabendo que o presunto não foi encontrado, o advogado de defesa tenta um último truque pra livrar a cara do seu cliente. Ele vai até o júri e começa:

- Senhoras e senhores do júri, eu tenho uma surpresa para vocês! Dentro de um minuto, a pessoa presumidamente assassinada vai entrar neste tribunal.

Disse e se virou para a porta. Os jurados, surpresos, também olharam ansiosos para a porta. O minuto passou e nada aconteceu. Então o advogado deu seu lance final:

- Sim, eu falei que a vítima entraria por essa porta e todos vocês olharam com expectativa. Isso deixa mais do que claro que vocês têm dúvida se neste caso alguém realmente foi morto e insisto para que vocês considerem meu cliente inocente!

O júri retirou-se para a resolução final. Mais uns minutos depois, voltou e declarou que o acusado era mesmo culpado.

O advogado, indignado após seu golpe de mestre, pergunta:

- Mas como? Vocês estavam em dúvida, eu vi todos vocês olharem fixamente para a porta!

Aí o primeiro do júri responde:

- Sim, nós realmente olhamos, mas seu cliente não...

Fonte: As Piadas

sábado, 17 de março de 2012

Rir é o melhor remédio

Um desembargador do Paraná escreveu em despacho, publicado em um andamento processual, que estava de férias - "graças a Deus" - e por isso não poderia ser o revisor do recurso de um réu que foi condenado por tráfico de drogas. Luiz Zarpelon pediu que a apelação fosse redistribuída.

"Estou de férias, graças a Deus. Na sequência, irei me aposentar. Não haverá tempo para mais nada. Diante disto, devolvo os autos para nova distribuição", escreveu o desembargador da 4ª Câmara Criminal na segunda-feira.
 

A apelação é referente à condenação de Johnny Ray Pauletti, 21 anos, a seis anos de prisão por tráfico de drogas. Segundo os autos, ele foi preso em janeiro do ano passado, quando foi abordado, em Cascavel, dirigindo um veículo carregado com 40 kg de crack. A droga estava em um fundo falso sob o assoalho do banco traseiro. A defesa recorreu da condenação, alegando que Pauletti não sabia da droga escondida no carro que dirigia.

Fonte: Terra

sábado, 4 de junho de 2011

Rir é o melhor remédio

Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada: "Dr. Antônio Soares — Especialista em Direito Tributário".

No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.

Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:

— Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranquilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei... sei... Como? Meus honorários?

— Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!... é claro!... Sem problemas!... O senhor me dá licença agora que eu tenho outro cliente aguardando... obrigado... um abraço!

Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:
— Pois não, o que o senhor deseja?
— Eu vim instalar o telefone!

Fonte: piadas online 
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Faculdade
 
Aluno de Direito ao fazer prova oral:
- O que é uma fraude?
- É o que o senhor, Professor, está fazendo, responde o aluno.


O professor fica indignado:
- Ora essa, explique-se.


Então diz o aluno:
- Segundo o Código Penal, ‘comete fraude todo aquele que se aproveita da ignorância do outro para o prejudicar’.

Fonte: As piadas

sábado, 28 de maio de 2011

Rir é o melhor remédio

Multa Por Alta Velocidade


Um advogado andava em alta velocidade pela cidade com seu BMW, quando foi parado pelo guarda de trânsito.

O Guarda: - O senhor estava além da velocidade permitida, por favor a sua habilitação!

Advogado: - Está vencida.

Guarda: - O documento do carro!

Advogado: - O carro não é meu.

Guarda: - O senhor, por favor, abra o porta-luvas!

Advogado: - Não posso, tem um revólver aí que usei para roubar este carro.

Guarda (já bastante preocupado): - Abra o porta-malas!

Advogado: - Nem pensar! Na mala está o corpo da dona deste carro, que eu matei no assalto.

O guarda , vendo-se diante das circunstâncias , resolve chamar o Sargento...

Chegando ao local o Sargento dirige-se ao advogado:

Sargento: - Habilitação e documento do carro por favor!

Advogado: - Está aqui senhor, como vê o carro está no meu nome e a habilitação está regular. Sargento: - Abra o porta-luvas!

Advogado (tranquilamente. . . ) : - Como vê só tem alguns papéis.

Sargento: - Abra o porta-malas!

Advogado: - Certo, aqui está. . . Como vê, está vazio.

Sargento (constrangido): - Deve estar acontecendo algum equívoco, o meu subordinado me disse que o senhor não tinha habilitação, que não era o dono do carro pois o tinha roubado, com um revólver que estava no porta luvas, de uma mulher cujo corpo estava no porta malas.

Advogado: - Só falta agora esse sacana dizer que eu estava em alta velocidade!

Fonte: http://www.orapois.com.br/humor
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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

BRIGA DE JUIZ COM ESPOSA ADVOGADA.

- Juílson! Eu não agüento mais essa sua 'inércia'. Eu estou carente, carente de ação, entende?

- 'Carente de ação'? Ora, você sabe muito bem que, para sair da inércia, o Juízo precisa ser provocado e você não me provoca, há anos. Já eu dificilmente inicio um 'processo' sem que haja 'contestação'.


- Claro, você preferia que o 'processo' corresse a 'revelia'. Mas não adianta, tem que haver o exame das 'preliminares', antes de entrar no 'mérito'. E mais, com você o rito é sempre 'sumaríssimo', isso quando a 'lide' não fica pendente... Daí é que a 'execução' fica frustrada.


- Calma aí, agora você está 'apelando'. Eu já disse que não quero acordar o 'apenso', no quarto ao lado. Já é muito difícil colocá-lo para dormir. Quanto ao rito 'sumaríssimo', é que eu prezo a 'economia processual' e detesto a morosidade. Além disso, as vezes até uma 'cautelar' pode ser satisfativa.


- Sim, mas pra isso é preciso que se usem alguns 'recursos especiais'. Teus recursos são sempre 'desertos', por absoluta 'ausência de preparo'.


- Ah, mas quando eu tento manejar o 'recurso extraordinário' você sempre nega seguimento. Fala dos meus 'recursos', mas impugna todas as minhas tentativas de 'inovação processual'.


Isso quando não 'embarga a execução'.


Mas existia um fundo de verdade nos argumentos da Dra. Themis. E o Dr.Juílson só se recusava a aceitar a culpa exclusiva pela crise do relacionamento. Por isso, complementou:

- Acho que o 'pedido procede, em parte', pois pelo que vejo existem culpas concorrentes. Já que ambos somos 'sucumbentes' vamos nos dar por reciprocamente quitados e compor amigavelmente o 'litígio'.


- Não posso. Agora existem 'terceiros interessados'. E já houve a 'preclusão consumativa'.


- Meu Deus! Mas de minha parte não havia sequer 'suspeição!


- Sim. Há muito que sua cognição não é exauriente. Aliás, nossa relação está extinta. Só vim pegar o 'apenso' em carga e fazer remessa para a casa da minha mãe.


E ao ver a mulher bater a porta atrás de si, Dr. Juílson fica tentando compreender tudo o que havia acontecido. Após deliberar por alguns minutos, chegou a uma triste conclusão:

- E eu é que vou ter que 'pagar as custas...'?